14 fevereiro 2009

Babá

Gradativamente a Babá foi assumindo um lugar de EDUCADORA, não mais de “cuidadora”. As exigências foram aumentando à medida que o perfil da dona-de-casa foi se adequando à modernidade.
Chegamos a um ponto em que as profissionais não atendem satisfatoriamente a demanda de trabalho, em virtude da escala de valores que lhe são exigidas e as sérias questões a respeito da segurança e prevenção da violência doméstica.
A discrepância habita, principalmente, no fato que as profissionais babás pertencem a classe econômica baixa, consequentemente, baixa escolaridade e padrões educacionais que não corresponde ao que os empregadores solicitam. Os empregadores necessitam de pessoas qualificadas para repassar seus valores (classe social média e alta) a seus filhos, de forma polida, responsável, competente. Enfim, as babás, para se adequarem à demanda de mercado, necessitam ser capacitadas para a profissão.
Babá, baby-sitter, educadora, recreadora, enfim, quem convive com crianças, independente da escolaridade, deverá ter atributos especiais. São atitudes e habilidades que às vezes podem ser adquiridas e cultivadas, através de estudo, observação, reflexão, prática e muito boa vontade. Isto dependendo do interesse, do esforço e da vocação de cada um.
Profissionais que convivem com crianças todos os dias, geralmente dias inteiros, para isso é necessário estarem devidamente preparadas para exercer a função.
Para exercer de maneira eficaz esta profissão é primordial VOCAÇÃO. A vocação está atrelada ao histórico de vida.

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