Babyssiter
É o caso de Sérgio Pucci, 22 anos, estudante do segundo ano de administração de empresas da Universidade Mackenzie (SP). Ele fez um curso de "babysitter" em 1993, . Na seqüência, surgiram os primeiros trabalhos.
Seus colegas de faculdade desconhecem sua atividade como babysitter. "Sabe como é, na certa ia pintar gozação. De modo geral, não ligo para isso, não sou mais homem ou menos homem porque troco fraldas de criança."
Segundo ele, muitas pessoas estranham o fato de ele cuidar de crianças profissionalmente. "A sociedade ainda não aceita bem".
Fazendo bicos de "babysitter", Sérgio ganha o equivalente a 40% do seu salário - que não quis revelar - de monitor no Colégio Nossa Senhora das Graças (SP).
A vantagem de Sérgio é não ter de correr atrás de clientes. "Os pais que têm filhos matriculados na escola costumam me chamar. Ele também faz festas infantis.


