09 maio 2007

Primeira Mão e UNIRE

A reportagem do Primeira Mão esteve na UNIRE, realizando a seguinte reportagem que pode ser conferida no site.
Arte de servir à mesa
Cursos profissionalizantes formam cummis e garçons
Educado, paciente, ágil e observador. Quem quiser se dar bem como garçom, garçonete ou cummis precisa ter, no mínimo, estas qualidades. O mercado de trabalho é bem amplo. Segundo o Sindicato de Hotéis, Restaurantes e Similares de São Paulo (Sinhores-SP) são 12 mil bares e restaurantes na capital paulista e 90 mil na Grande São Paulo. Mas estes profissionais podem atuar também em empresas, bingos, clubes, buffet, cruzeiros e em lugares dos mais inusitados. “Hoje em dia, até cemitério tem um restaurante”, diz Luiz Domingues de Lima, professor da Unire, escola que oferece curso para garçom, garçonetes e cummis.
Este mercado fica bastante aquecido, principalmente no Verão e em época de festas. O salário médio para garçons e garçonetes é de R$ 1.300 e cerca de R$ 800 para os cummins. Quando trabalham em estabelecimentos comerciais é prática ganharem 10% de serviços aumentando consideravelmente seu salário para quem serve à mesa. O cummis é o ajudante do garçom. É sob seus cuidados que fica toda a limpeza e organização do local.
O curso da Unire aborda desde a boa imagem (cabelo, barba, unhas, uniforme, porte) até o “obrigado, senhor” ao cliente.
As aulas são na maior parte práticas e o aluno conhece as modalidades de serviço, técnicas de venda, atendimento ao cliente, relações interpes-soais no trabalho, menus, cardápios e cartas de vinho, entre outros itens.
Ele também passa a conhecer e a manu-sear diversos tipos de louças, talheres e copos, distinguir serviços como: à la carte, banquetes, buffets, aparadores e mesas auxiliares, carrinhos de serviço, self-service entre outros.
E por falar em self-service muitas das expressões utilizadas na profissão vêm de outras línguas e grande parte delas do francês como “mise-en-place” (arrumar o salão), “moletons” (feltro de proteção entre a mesa e a toalha) e “napperons” (toalha menor que fica sobre a toalha de mesa).
Segundo Luiz, que há 30 anos forma garçons, uma boa parte de seus alunos querem trabalhar em cruzeiros marítimos atraídos pelas gorjetas em moeda estrangeira. Mas para isso, é preciso ter conhecimento básico em pelo menos uma língua estrangeira, principalmente em inglês ou espanhol. “As entrevista são feitas em outro idioma.“
O curso da Unire tem quatro horas de duração e acontece em quatro dias. O valor é de R$ 160.
Mais informaçõespelo telefone (11) 5575- 6300 ou através do site: www.udh.com.br

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