Mãe tenho medo!
Aprenda a lidar com os medos de seu filho e saiba quando é preciso buscar ajuda profissional.
Medo, em diferentes níveis, pelo que for, todos nós temos durante toda a vida. Mas como a mamãe deve agir quando ele aflige um ser tão pequenino e indefeso como uma criança? Em primeiro lugar, deve-se compreender que o medo é natural e até benéfico, pois nos protege de situações ameaçadoras. O sinal de alerta tem de ser acionado somente quando a pessoa começa a se privar de determinadas atividades inofensivas em decorrência do temor.
De acordo com Maria Irene Maluf, psicopedagoga, presidente nacional da Associação Brasileira de Psicopedagogia, os medos na infância são gradualmente superados ou bem atenuados à medida que a criança vai crescendo. É preciso entender também que o mesmo estímulo pode ser ameaçador para uma e indiferente para outra. Além disso, a criança pode ficar perturbada por certo estímulo, em determinada situação, e não dar a menor atenção em outra circunstância. "Jamais ridicularize ou menospreze o acontecimento ou a reação de seu filho", afirma Maria Irene.
Alguns medos muito comuns são do escuro, de ficar sozinho, de animais, de tempestades, de perder os pais e de seres imaginários, como monstros, bruxas e fantasmas. Para ajudar a criança a superar qualquer um deles, Suzy Camacho, psicóloga infantil e terapeuta familiar, dá a mesma orientação: os pais devem transmitir confiança e incentivar o filho a superar o medo de forma gradativa.
"Se seu filho tem medo de monstros, pegue dois bonequinhos: um é ele, o outro é o monstro. Crie uma historinha em que ele vença o objeto do medo, no caso o monstro, no final", ensina Suzy. Outra dica da psicóloga é não tomar atitudes que estimulem o medo: "Se a criança estiver fazendo algo errado, ameaçá-la dizendo que o monstro irá atrás dela ou usar qualquer outra coisa de que ela tenha medo é a maneira mais prática de resolver a situação; porém, gera um transtorno muito maior depois".
Da mesma forma, é preciso pensar duas vezes antes de liberar filmes muito violentos ou assustadores aos filhos. Na tela, tudo parece tão real que pode colaborar ainda mais para um medo já existente ou estimular um novo. Os pais também devem prestar atenção aos seus próprios medos, pois as crianças têm a tendência de adotá-los. Se a mãe tem medo de cachorros e os evita, é preciso transmitir muita confiança para que o filho não os ache ameaçadores também.
"Medos repetitivos e exagerados, que prejudiquem a rotina diária, devem ser tratados por um profissional", lembra a psicopedagoga Maria Irene Maluf. Leia algumas dicas para lidar melhor com os medos das crianças:
- Transmita sempre confiança.
- Deixe claro que sentir medo não é vergonhoso e ocorre com todas as pessoas.
- Não diminua a criança, fazendo comparações com irmãos, primos ou coleguinhas que não tenham medo.
- Se seu filho tem medo do escuro, não durma com ele. Explique que não há perigo e ensine-o a usar o abajur. Ajude-o a superar o medo. Deixe a luz do quarto dele acesa, depois só a do corredor, a do banheiro, até que ele consiga dormir sem nenhuma luz.
- Se seu filho tem medo de cachorro, estimule aproximações sucessivas a animais mansinhos e respeite o limite dele.
- Se seu filho tem medo de ficar sozinho, nunca finja que estará ao lado dele e, quando ele se distrair, você já saiu. Conte sempre a verdade e vá aumentando, aos poucos, o tempo em que ele fica sem os pais.
- A cada progresso, por menor que seja, valorize o ocorrido elogiando a vitória de mais uma etapa.
(fonte: www.mamaeebebe.com.br)
Medo, em diferentes níveis, pelo que for, todos nós temos durante toda a vida. Mas como a mamãe deve agir quando ele aflige um ser tão pequenino e indefeso como uma criança? Em primeiro lugar, deve-se compreender que o medo é natural e até benéfico, pois nos protege de situações ameaçadoras. O sinal de alerta tem de ser acionado somente quando a pessoa começa a se privar de determinadas atividades inofensivas em decorrência do temor.
De acordo com Maria Irene Maluf, psicopedagoga, presidente nacional da Associação Brasileira de Psicopedagogia, os medos na infância são gradualmente superados ou bem atenuados à medida que a criança vai crescendo. É preciso entender também que o mesmo estímulo pode ser ameaçador para uma e indiferente para outra. Além disso, a criança pode ficar perturbada por certo estímulo, em determinada situação, e não dar a menor atenção em outra circunstância. "Jamais ridicularize ou menospreze o acontecimento ou a reação de seu filho", afirma Maria Irene.
Alguns medos muito comuns são do escuro, de ficar sozinho, de animais, de tempestades, de perder os pais e de seres imaginários, como monstros, bruxas e fantasmas. Para ajudar a criança a superar qualquer um deles, Suzy Camacho, psicóloga infantil e terapeuta familiar, dá a mesma orientação: os pais devem transmitir confiança e incentivar o filho a superar o medo de forma gradativa.
"Se seu filho tem medo de monstros, pegue dois bonequinhos: um é ele, o outro é o monstro. Crie uma historinha em que ele vença o objeto do medo, no caso o monstro, no final", ensina Suzy. Outra dica da psicóloga é não tomar atitudes que estimulem o medo: "Se a criança estiver fazendo algo errado, ameaçá-la dizendo que o monstro irá atrás dela ou usar qualquer outra coisa de que ela tenha medo é a maneira mais prática de resolver a situação; porém, gera um transtorno muito maior depois".
Da mesma forma, é preciso pensar duas vezes antes de liberar filmes muito violentos ou assustadores aos filhos. Na tela, tudo parece tão real que pode colaborar ainda mais para um medo já existente ou estimular um novo. Os pais também devem prestar atenção aos seus próprios medos, pois as crianças têm a tendência de adotá-los. Se a mãe tem medo de cachorros e os evita, é preciso transmitir muita confiança para que o filho não os ache ameaçadores também.
"Medos repetitivos e exagerados, que prejudiquem a rotina diária, devem ser tratados por um profissional", lembra a psicopedagoga Maria Irene Maluf. Leia algumas dicas para lidar melhor com os medos das crianças:
- Transmita sempre confiança.
- Deixe claro que sentir medo não é vergonhoso e ocorre com todas as pessoas.
- Não diminua a criança, fazendo comparações com irmãos, primos ou coleguinhas que não tenham medo.
- Se seu filho tem medo do escuro, não durma com ele. Explique que não há perigo e ensine-o a usar o abajur. Ajude-o a superar o medo. Deixe a luz do quarto dele acesa, depois só a do corredor, a do banheiro, até que ele consiga dormir sem nenhuma luz.
- Se seu filho tem medo de cachorro, estimule aproximações sucessivas a animais mansinhos e respeite o limite dele.
- Se seu filho tem medo de ficar sozinho, nunca finja que estará ao lado dele e, quando ele se distrair, você já saiu. Conte sempre a verdade e vá aumentando, aos poucos, o tempo em que ele fica sem os pais.
- A cada progresso, por menor que seja, valorize o ocorrido elogiando a vitória de mais uma etapa.
(fonte: www.mamaeebebe.com.br)

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